Quinta passada passei numa boulangerie e não resisti à um lindo pão italiano e deliciosos croissants.
Tinha em casa um pesto que havia preparado uns dias antes, então piquei uns tomatinhos, daqueles pequeno, bem vermelhos e com raro sabor original de tomate, esfreguei minha pasta de alho em fatias do pão, distribuí os tomates e por cima deles fui largando colheradinhas do pesto. Levei ao forno para tostar o pão.
Para aproveitar o calor do forno, recheei os croissants com creme de ricota, fatias de blanquet de peru e queijo lanche. A massa do croissant estava perfeita, folhada como deve ser. Viva as boulangeries que fazem as receitas como devem ser feitas.
Resolvi publicar algumas coisas que gosto de fazer e comer. Não sei com qual frequência farei isso, mas com certeza só quando der vontade.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Torta caprese
Hoje é dia de receitas das amigas, essa foi enviada pela Lúcia Gross.
Para a massa:
2 xícaras de farinha de trigo
5 colheres de sopa de margarina
1 ovo
1 colher de café de sal
Misturei bem os ingredientes, inicialmente com uma colher e depois com a mão, para dar a liga certa. Distribuí a massa em um refratário redondo e canelado, cuidando para não deixar as laterais muito grossas. É preciso furar o fundo com um garfo para não criar bolhas na massa. Assei em forno quente, à 180ºC até ficar levemente dourada.
Recheio:
1 peça de ricota (entre 350 e 400 g)
1 pote de creme de ricota
Orégano e sal
Com um garfo despedacei a ricota, juntei o creme de ricota e amassei bem, formando uma pasta. Juntei o sal e o orégano. Depois de assar a massa, distribuí o recheio sobre ela.
Cobertura:
Queijo minas padrão
Tomate
Molho pesto (opcional)
Manjericão
Fatiei finamente o queijo minas padrão e cobri o recheio da torta, fiz o mesmo com dois tomates pequenos e distribuí as fatias sobre o queijo minas padrão. Levei para assar em forno médio até o queijo derreter levemente. Retirei do forno e deixei esfriar um pouco.
Joguei displicentemente uma pequena quantidade de molho pesto (ver receita neste blog) sobre os tomates (isso é opcional, não está na receita da Lúcia) e depois cobri com várias folhas de manjericão. Como adoro manjericão, quase cobri toda a torta com folhas, mas quem quiser pode usar menos.
Para a massa:
2 xícaras de farinha de trigo
5 colheres de sopa de margarina
1 ovo
1 colher de café de sal
Misturei bem os ingredientes, inicialmente com uma colher e depois com a mão, para dar a liga certa. Distribuí a massa em um refratário redondo e canelado, cuidando para não deixar as laterais muito grossas. É preciso furar o fundo com um garfo para não criar bolhas na massa. Assei em forno quente, à 180ºC até ficar levemente dourada.
Recheio:
1 peça de ricota (entre 350 e 400 g)
1 pote de creme de ricota
Orégano e sal
Com um garfo despedacei a ricota, juntei o creme de ricota e amassei bem, formando uma pasta. Juntei o sal e o orégano. Depois de assar a massa, distribuí o recheio sobre ela.
Cobertura:
Queijo minas padrão
Tomate
Molho pesto (opcional)
Manjericão
Fatiei finamente o queijo minas padrão e cobri o recheio da torta, fiz o mesmo com dois tomates pequenos e distribuí as fatias sobre o queijo minas padrão. Levei para assar em forno médio até o queijo derreter levemente. Retirei do forno e deixei esfriar um pouco.
Joguei displicentemente uma pequena quantidade de molho pesto (ver receita neste blog) sobre os tomates (isso é opcional, não está na receita da Lúcia) e depois cobri com várias folhas de manjericão. Como adoro manjericão, quase cobri toda a torta com folhas, mas quem quiser pode usar menos.
Torta de batata e frango
Essa receita me foi passada por uma amiga muito querida, Eloísa Elena, uma mulher que admiro muito por sua inteligência.
Cozinhei umas 300 gramas de peito de frango com louro, pimenta do reino, sal, curry e açafrão, um pouquinho de cada, depois desfiei e reservei. Segundo a Eloísa não pode ir tomate e o frango não pode ficar com cor de molho, mas os temperos podem variar conforme a preferência.
Cortei duas batatas bem grandes em fatias de quase 1 cm e cozinhei.
Num refratário quadrado coloquei um fundinho de molho branco, ajeitei uma camada de batata e cobri com mais molho, distribuí o frango, coloquei mais batata e cobri com queijo e um pouco de orégano.
Como minha quantidade foi pequena, fiz apenas uma camada de frango, mas se aumentar a quantidade dará para fazer várias camadas, intercalando as batatas, o frango, o molho branco e o queijo, finalizando com este.
O orégano foi adição minha.
Ficou uma delícia, ainda mais acompanhado por um Carmeniere Concha y Toro.
Cozinhei umas 300 gramas de peito de frango com louro, pimenta do reino, sal, curry e açafrão, um pouquinho de cada, depois desfiei e reservei. Segundo a Eloísa não pode ir tomate e o frango não pode ficar com cor de molho, mas os temperos podem variar conforme a preferência.
Cortei duas batatas bem grandes em fatias de quase 1 cm e cozinhei.
Num refratário quadrado coloquei um fundinho de molho branco, ajeitei uma camada de batata e cobri com mais molho, distribuí o frango, coloquei mais batata e cobri com queijo e um pouco de orégano.
Como minha quantidade foi pequena, fiz apenas uma camada de frango, mas se aumentar a quantidade dará para fazer várias camadas, intercalando as batatas, o frango, o molho branco e o queijo, finalizando com este.
O orégano foi adição minha.
Ficou uma delícia, ainda mais acompanhado por um Carmeniere Concha y Toro.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Tilápia com cebola agridoce
Gente, a foto não está à altura do sabor. Foi uma alquimia maluca que fiz na hora, fui olhando para a geladeira e para o armário de temperos e acreditando que ficaria ótimo fui misturando tudo.
Para não perder o costume, fiz tudo à olho, então não tenho como precisar as quantidades.
Usei mais ou menos isso:
Numa panela grande despejei uma quantidade de azeite de oliva, acho que o suficiente para cobrir 1/3 do fundo da panela, outra quantidade de aceto balsâmico, acho que para mais ou menos 1/4 do fundo da panela, 1 colher de sobremesa rasa de mostarda de Dijon. Fatiei em nuvens 1 cebola grande e usei mais uma metade, depois de aquecer a panela coloquei as cebolas e fui mexendo para doura-las. Juntei mais ou menos uma colher de sobremesa de mel e despejei mais um tanto de azeite, para fritar melhor as cebolas.
Antes disso tinha colocado três filés de tilápia para temperar, com vinho branco seco, pimenta do reino e sal.
Depois de deixar as cebolas cozidas, ajeitei os filé sobre elas e tampei para cozinhar no bafo. Acrescentei aos pouco vários pouquinhos de vinho branco seco, para formar um molhinho denso, o sal deixei apenas o do peixe, não acrescentei mais nada. Ao final, joguei umas alcaparras por cima e outra viradinha de vinho.
Voilá.
Estava pronto o melhor peixe que já comi na vida, o sabor foi indescritível, parece exagero, mas realmente nunca comi nada igual.
Para não perder o costume, fiz tudo à olho, então não tenho como precisar as quantidades.
Usei mais ou menos isso:
Numa panela grande despejei uma quantidade de azeite de oliva, acho que o suficiente para cobrir 1/3 do fundo da panela, outra quantidade de aceto balsâmico, acho que para mais ou menos 1/4 do fundo da panela, 1 colher de sobremesa rasa de mostarda de Dijon. Fatiei em nuvens 1 cebola grande e usei mais uma metade, depois de aquecer a panela coloquei as cebolas e fui mexendo para doura-las. Juntei mais ou menos uma colher de sobremesa de mel e despejei mais um tanto de azeite, para fritar melhor as cebolas.
Antes disso tinha colocado três filés de tilápia para temperar, com vinho branco seco, pimenta do reino e sal.
Depois de deixar as cebolas cozidas, ajeitei os filé sobre elas e tampei para cozinhar no bafo. Acrescentei aos pouco vários pouquinhos de vinho branco seco, para formar um molhinho denso, o sal deixei apenas o do peixe, não acrescentei mais nada. Ao final, joguei umas alcaparras por cima e outra viradinha de vinho.
Voilá.
Estava pronto o melhor peixe que já comi na vida, o sabor foi indescritível, parece exagero, mas realmente nunca comi nada igual.
domingo, 11 de setembro de 2011
Risoto com tomates secos e cogumelos paris
Antes de voltar à estrada, um almoço calmo e tranquilo com meu maridão.
Esse prato tão adorado, o risoto, numa versão com tomates e champignon.
Piquei meia cebola média e 4 dentes médios a pequenos de alho e dourei em azeite extra virgem, que encheu a cozinha com o mais delicioso aroma. Juntei uma xícara de arbóreo e deixei ele incorporar o sabor dos demais ingredientes. Acrescentei tomates secos picados, uma pequena quantidade, cortada grosseiramente, os tomates não estavam em conserva de óleo, e meia xícara de vinho branco seco. Deixei reduzir. A parte tinha fervido uns 600 ml de água com um potinho de caldo de carne. Fatiei alguns cogumelos paris em conserva e coloquei na panela, aos pouco fui colocando a água temperada e mexendo. Condimentei com meia colher de café de açafrão para dar um tom ao arroz, uma colher de café rasa de pimenta vermelha. Fui colocando mais água e mexendo, sempre deixando reduzir antes de acrescentar mais água. Misturei um meio punhado pequeno de pimentões vermelhos desidratados. Depois de usar toda a água e ela secar ao ponto de deixar o risoto cozido, porém úmido, desliguei o fogo, juntei uma colher de sopa de parmesão ralado, um pedacinho de manteiga e uma colher de sopa rasa de requeijão, mexi delicadamente para estes ingredientes encorporarem ao risoto. Pronto, está aí mais uma receita fácil de fazer e gostosa de comer.
Esse prato tão adorado, o risoto, numa versão com tomates e champignon.
Piquei meia cebola média e 4 dentes médios a pequenos de alho e dourei em azeite extra virgem, que encheu a cozinha com o mais delicioso aroma. Juntei uma xícara de arbóreo e deixei ele incorporar o sabor dos demais ingredientes. Acrescentei tomates secos picados, uma pequena quantidade, cortada grosseiramente, os tomates não estavam em conserva de óleo, e meia xícara de vinho branco seco. Deixei reduzir. A parte tinha fervido uns 600 ml de água com um potinho de caldo de carne. Fatiei alguns cogumelos paris em conserva e coloquei na panela, aos pouco fui colocando a água temperada e mexendo. Condimentei com meia colher de café de açafrão para dar um tom ao arroz, uma colher de café rasa de pimenta vermelha. Fui colocando mais água e mexendo, sempre deixando reduzir antes de acrescentar mais água. Misturei um meio punhado pequeno de pimentões vermelhos desidratados. Depois de usar toda a água e ela secar ao ponto de deixar o risoto cozido, porém úmido, desliguei o fogo, juntei uma colher de sopa de parmesão ralado, um pedacinho de manteiga e uma colher de sopa rasa de requeijão, mexi delicadamente para estes ingredientes encorporarem ao risoto. Pronto, está aí mais uma receita fácil de fazer e gostosa de comer.
Difícil foi digitar com meu gato Smith deitando toda hora sobre o teclado, ele adora acompanhar os movimentos da tela e insiste em colocar as patinhas sobre as mais diversas teclas, provocando diversos "sintomas" no lap.
Meu gordo Smith adorando se ver na telinha:
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Fusili da nutri
Para comemorar o dia do Nutricionista, vai esta receita bem leve e saborosa.
Claro, também foi fácil de prepará-la, afinal cheguei em casa cheia de fome e já eram quase 22 horas.
Cortei uma cebola média em nuvem (fatias finas) e três dentes de alho, dourei em azeite.
Acrescentei uma boa quantidade de molho de tomate, um italiano delicioso que comprei no Bourbon, vem num vidro grande (passata di pomodoro).
Deixei cozinhar um pouco e então acrescentei um bom pedaço de ricota fresca, que esmigalhei com um garfo.
Juntei muito manjericão e deixei curtir em fogo bem baixo.
Enquanto isso cozinhei fusili integral em bastante água e sal. Escorri a massa e acrescentei o molho. Salpiquei pimentão vermelho desidratado apenas para dar um charme.
Na foto dá para ver a fumacinha.
Vinho tinto para acompanhar.
Claro, também foi fácil de prepará-la, afinal cheguei em casa cheia de fome e já eram quase 22 horas.
Cortei uma cebola média em nuvem (fatias finas) e três dentes de alho, dourei em azeite.
Acrescentei uma boa quantidade de molho de tomate, um italiano delicioso que comprei no Bourbon, vem num vidro grande (passata di pomodoro).
Deixei cozinhar um pouco e então acrescentei um bom pedaço de ricota fresca, que esmigalhei com um garfo.
Juntei muito manjericão e deixei curtir em fogo bem baixo.
Enquanto isso cozinhei fusili integral em bastante água e sal. Escorri a massa e acrescentei o molho. Salpiquei pimentão vermelho desidratado apenas para dar um charme.
Na foto dá para ver a fumacinha.
Vinho tinto para acompanhar.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Anjo ao leite de coco
Muito fácil e rápido de fazer.
Cortei os filé de anjo em pedaços médios, temperei com limão e pimenta do reino branca.
Cortei em fatias grossas duas cebolas grandes, dois tomates grandes, dois pimentões verdes.
Arrumei em uma panela grande as cebolas, os pimentões e os tomates, nesta ordem. Tampei e deixei cozinhar até amaciar os legumes.
Delicadamente ajeitei os pedaços de peixe sobre os legumes e reguei com uma garrafinha de leite de coco, fechei a panela e deixei o peixe cozinhar. Por fim salpiquei salsinha e cebolinha picadas.
Durante o cozimento não mexi com colher nos ingredientes, na hora de servir os legumes vêm por baixo do peixe e engrossam o molho de coco.
Para acompanhar, um clássico arroz branco (parbolizado).
Cortei os filé de anjo em pedaços médios, temperei com limão e pimenta do reino branca.
Cortei em fatias grossas duas cebolas grandes, dois tomates grandes, dois pimentões verdes.
Arrumei em uma panela grande as cebolas, os pimentões e os tomates, nesta ordem. Tampei e deixei cozinhar até amaciar os legumes.
Delicadamente ajeitei os pedaços de peixe sobre os legumes e reguei com uma garrafinha de leite de coco, fechei a panela e deixei o peixe cozinhar. Por fim salpiquei salsinha e cebolinha picadas.
Durante o cozimento não mexi com colher nos ingredientes, na hora de servir os legumes vêm por baixo do peixe e engrossam o molho de coco.
Para acompanhar, um clássico arroz branco (parbolizado).
Molho de bergamota
Molhinho básico e fácil de fazer, para acompanhar salada de folhas verdes.
Extraí o suco de duas bergamotas, juntei um pouco de azeite extra virgem, um pouquinho de mostarda de Dijon e uma micro pitadinha de sal.
Extraí o suco de duas bergamotas, juntei um pouco de azeite extra virgem, um pouquinho de mostarda de Dijon e uma micro pitadinha de sal.
Lasanha de frango
Que horror, só hoje percebi que não postei essa receita feita no dia 8 de agosto, para o dia dos pais!
Duro será lembrar de como fiz... risos.
Vamos ver se consigo :) foi uma receita dupla.
Ingredientes:
2 pacotes de massa fresca para lasanha
2 bandejas de peito de frango sem pele e sem osso
2 caixas grandes de polpa de tomate
2 caixas de molho branco
1 caixa de creme de leite
cebola e alho à vontade
sal, pimenta do reino branca
e muuuuuita mussarela ralada
(leite)
Cozinhei o peito de frango e desfiei (bem facinho, usando dois garfos, papi que ensinou). Reservei.
Piquei a cebola e o alho, dourei, coloquei a polpa de tomate e deixei ferver. Temperei com sal e pimenta e depois juntei o frango. Cozinhei mais um pouco para curtir o frango. Adicionei o molho branco e cozinhei por uns poucos minutos. Desliguei e coloquei o creme de leite. O molho deve ficar molhadinho.
Montagem: no fundo de uma forma bem grande coloquei uma fina camada de molho, depois a massa, o queijo e fui repetindo as camadas, sempre colocando bastante queijo. Finalizei com molho e queijo. Para deixar a lasanha mais molhadinha eu coloco um pouco de leite ao redor da forma.
Depois é só assar em forno quente, protejo a forma com papel alumínio e nos últimos 10 minutos eu retiro para dourar o queijo. É preciso deixar a lasanha descansar por 20 minutos antes de servir.
Para acompanhar, uma saladinha simples de rúcula e molho de bergamota (receita na próxima postagem).
Duro será lembrar de como fiz... risos.
Vamos ver se consigo :) foi uma receita dupla.
Ingredientes:
2 pacotes de massa fresca para lasanha
2 bandejas de peito de frango sem pele e sem osso
2 caixas grandes de polpa de tomate
2 caixas de molho branco
1 caixa de creme de leite
cebola e alho à vontade
sal, pimenta do reino branca
e muuuuuita mussarela ralada
(leite)
Cozinhei o peito de frango e desfiei (bem facinho, usando dois garfos, papi que ensinou). Reservei.
Piquei a cebola e o alho, dourei, coloquei a polpa de tomate e deixei ferver. Temperei com sal e pimenta e depois juntei o frango. Cozinhei mais um pouco para curtir o frango. Adicionei o molho branco e cozinhei por uns poucos minutos. Desliguei e coloquei o creme de leite. O molho deve ficar molhadinho.
Montagem: no fundo de uma forma bem grande coloquei uma fina camada de molho, depois a massa, o queijo e fui repetindo as camadas, sempre colocando bastante queijo. Finalizei com molho e queijo. Para deixar a lasanha mais molhadinha eu coloco um pouco de leite ao redor da forma.
Depois é só assar em forno quente, protejo a forma com papel alumínio e nos últimos 10 minutos eu retiro para dourar o queijo. É preciso deixar a lasanha descansar por 20 minutos antes de servir.
Para acompanhar, uma saladinha simples de rúcula e molho de bergamota (receita na próxima postagem).
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Cremes para um dia frio...
Não é um festival de cremes, digamos que seja um dueto!
Creme de ervilhas e creme de moranga, bem quentinhos para nos aquecer neste inverno.
Coloquei uma xícara de grãos de ervilha de molho em água fervente e depois de ficarem levemente macias, levei ao fogo para ferver, ao ponto de deixá-las prontas para um purê. Liquidifiquei com o restante da água de cozimento e acrescentei mais um pouco de água, para dar a consistência de creme. Juntei 100 ml de molho branco e levei de volta à panela. Meia cebola picadinha e um dente de alho fritos foram acrescentados ao creme, uma pitada de sal e pimenta do reino. Quem gosta pode usar bancon fritinho, em cubinhos bem pequenos. Croutons também cairiam como uma luva, mas a ideia é cuidar do coração infartado do meu marido, então... muito cuidado na escolha dos ingredientes. Molho inglês vale e eu gosto muito para temperar sopas.
Já o creme de moranga foi feito com 1/4 de moranga cabotiá, cortada em pedaços e cozida com casca, até ficar bem macia. Usei um processador manual para desmanchar toda ela, inclusive a casca (boa fonte de fibras, minerais, vitaminas, blá, blá, blá - papo de nutricionista, né?), mais 100 ml de molho branco, cebolinha frita com alho (moranga sem cebola não existe), sal, pimenta do reino e pimentinha de bico para acompanhar.
Pronto, tudo bem rápido e prático de fazer. O marido adorou e o coração dele agradeceu : )
Creme de ervilhas e creme de moranga, bem quentinhos para nos aquecer neste inverno.
Coloquei uma xícara de grãos de ervilha de molho em água fervente e depois de ficarem levemente macias, levei ao fogo para ferver, ao ponto de deixá-las prontas para um purê. Liquidifiquei com o restante da água de cozimento e acrescentei mais um pouco de água, para dar a consistência de creme. Juntei 100 ml de molho branco e levei de volta à panela. Meia cebola picadinha e um dente de alho fritos foram acrescentados ao creme, uma pitada de sal e pimenta do reino. Quem gosta pode usar bancon fritinho, em cubinhos bem pequenos. Croutons também cairiam como uma luva, mas a ideia é cuidar do coração infartado do meu marido, então... muito cuidado na escolha dos ingredientes. Molho inglês vale e eu gosto muito para temperar sopas.
Já o creme de moranga foi feito com 1/4 de moranga cabotiá, cortada em pedaços e cozida com casca, até ficar bem macia. Usei um processador manual para desmanchar toda ela, inclusive a casca (boa fonte de fibras, minerais, vitaminas, blá, blá, blá - papo de nutricionista, né?), mais 100 ml de molho branco, cebolinha frita com alho (moranga sem cebola não existe), sal, pimenta do reino e pimentinha de bico para acompanhar.
Pronto, tudo bem rápido e prático de fazer. O marido adorou e o coração dele agradeceu : )
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