Meu marido é italiano e seu prato preferido é lasanha, então no Dia dos Pais preparei uma com esmero, mas acreditem, não fotografei!!!! Pior, não tiramos nenhuma foto dele com os filhos...afff.
Mas ficou tão boa que resolvi postar assim mesmo, afinal, lasanha é bom demais, nem precisa de foto.
Gosto de seguir receitas, mas também gosto de inventar e para esta fiz tudo diferente, molho branco mais líquido para ficar bem molhadinha e uma única mistura de recheio, sim, eu misturei tudo.
Usei:
1/2 Kg de carne bovina moída
1/2 Kg de queijo mussarela
1 L de leite
3 colheres de sopa de farinha de trigo
3 colheres de sopa de manteiga sem sal (manteiga! margarina não vale)
Cravos da Índia
Noz moscada
Sal
4 tomates grandes picados
1 cebola picada
2 dentes grandes de alho picados
azeitonas verdes picadas
Páprica picante
1 pacote de massa fresca para lasanha
Primeiro preparei o molho de carne:
Aqueci uma panela grande com um pouco de óleo, coloquei a carne para cozinhar, mexendo para desmanchar e não formar grumos grandes. Quando cozida, juntei a cebola e o alho, deixei cozinhar até ficar transparente, então misturei o tomate e as azeitonas, fui colocando água aos poucos para deixar o molho consistente, porém molhado. Acertei o sal e coloquei um pouco de páprica picante. Quando estava bem aromático, desliguei o fogo e reservei.
Para o molho branco:
Fervi o leite com os cravos (dentro de um porta temperos, daqueles próprios para fazer bouquet garni), noz moscada ralada na hora e sal. reservei. Derreti a manteiga, sem deixar fritar, juntei a farinha de trigo e fui mexendo para cozinha-la. Deixei dourar levemente, então fui colocando o leite aos pouco e com um batedor fouet fui mexendo sem parar. No final deixei cozinhando mais um tempo e ao desligar o molho estava bem mole, cheguei a penar em engrossar, mas deixei assim.
Então, pasmem, misturei os dois molhos, o que facilitou muito a montagem.
Num prato refratário fiz uma cama com o molho e coloquei a primeira folha de massa, uma por camada, fica certinho neste prato que tenho, coloquei mais molho e cobri com fatias de mussarela. Fiz isso até terminar a massa (na verdade sobraram duas folhas de massa), o molho e o queijo, sendo que a última camada foi o queijo.
Montei na véspera, então guardei na geladeira, por isso queria um molho mais líquido, caso contrário no dia seguinte estaria seca demais e nada pior do que lasanha seca. Na manhã seguinte, tirei da geladeira 1 hora antes de levar ao forno, que já estava pré aquecido, e assei com o prato coberto pelo papel alumínio e depois mais um tempo sem, para dourar o queijo.
Não marquei o tempo de cozimento, mas dá para deixar uns 30 minutos a 180 graus e depois mais uns 10 ou 15 sem o papel para dourar o queijo.
Se preferir um pouco mais firme é só aumentar a farinha, lembrando que a manteiga acompanha.
Resolvi publicar algumas coisas que gosto de fazer e comer. Não sei com qual frequência farei isso, mas com certeza só quando der vontade.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2016
quarta-feira, 17 de agosto de 2016
Paçoca de pinhão II
Já postei uma receita de Paçoca, inclusive recentemente, mas está ficou melhor, mais saborosa. A receita original leva carne bovina, suína, bacon, linguiça, mas fiz sem essa última.
Ingredientes:
1/2 Kg de carne bovina moída
1/2 Kg de carne suína moída
1 Kg de pinhão cozinho e moído
2 cebolas picadas
1/2 pimentão verde picado
Cebolinha verde picada
Salsa picada
Bacon com pouca gordura e mais carne picado (usei pouco, pois não morro de amores)
Banha de porco
Sal
Aqueci a banha num disco grande, dourei a cebola, o bacon e depois o pimentão, coloquei as duas carnes e cozinhei até secar um pouco. Quando já estava no ponto, acrescentei o pinhão, acertei o sal, deixei cozinhar um pouco para integrar os sabores. Coloquei bastante cebolinha e salsa (adoro!).
Para mim é um prato completo, mas o marido exige um arroz, então servi junto e mais uma salada. Pronto, rápido, delicioso e bem típico da Serra Catarinense.
Durante o preparo
Ingredientes:
1/2 Kg de carne bovina moída
1/2 Kg de carne suína moída
1 Kg de pinhão cozinho e moído
2 cebolas picadas
1/2 pimentão verde picado
Cebolinha verde picada
Salsa picada
Bacon com pouca gordura e mais carne picado (usei pouco, pois não morro de amores)
Banha de porco
Sal
Aqueci a banha num disco grande, dourei a cebola, o bacon e depois o pimentão, coloquei as duas carnes e cozinhei até secar um pouco. Quando já estava no ponto, acrescentei o pinhão, acertei o sal, deixei cozinhar um pouco para integrar os sabores. Coloquei bastante cebolinha e salsa (adoro!).
Para mim é um prato completo, mas o marido exige um arroz, então servi junto e mais uma salada. Pronto, rápido, delicioso e bem típico da Serra Catarinense.
Durante o preparo
Prontinho! O disco é grande, ocupa quase todo o fogão : )
segunda-feira, 2 de maio de 2016
Paçoca de pinhão
Trouxe de São Joaquim/SC um pacote de pinhão cozido, moído e congelado para fazer paçoca, mas a tal não saiu nunca, pelo menos não como a receita da Serra Catarinense.
Então outro dia fiz uma versão rápida, que ficou bem gostosa.
Dourei uma cebola, alho e pimentão verde, depois juntei carne moída e deixei cozinhar, temperei com sal e pimenta. Quando estava quase no ponto, juntei o pinhão, numa quantidade equivalente a da carne. Deixei apurar, revi o sal, coloquei salsinha e pronto.
Deu nisso:
Então outro dia fiz uma versão rápida, que ficou bem gostosa.
Dourei uma cebola, alho e pimentão verde, depois juntei carne moída e deixei cozinhar, temperei com sal e pimenta. Quando estava quase no ponto, juntei o pinhão, numa quantidade equivalente a da carne. Deixei apurar, revi o sal, coloquei salsinha e pronto.
Deu nisso:
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Berinjela recheada II
Esta receita é uma variação de outra já postada.
Frigi em óleo quente meia cebola média picadinha com um naco de pimentão verde (qualquer coisa tipo 20 gramas, só pra dar um toque) e 3 dentes de alho bem picadinhos. Depois de levemente dourada, juntei umas 400 gramas de carne moída e fui mexendo para não deixar aqueles grumos grandes. Temperei com pimenta síria, zaatar, cominho e sal.
Enquanto cozinhava, cortei duas berinjelas pequenas ao meio, no sentido longitudinal, retirei o miolo com uma colher e piquei.
Quando a carne já estava cozida, porém ainda bem molhadinha, juntei a polpa da berinjela picadinha e deixei refogar até ficar bem encorpada, mas mantendo a umidade.
Deitei as metades de berinjela numa forma antiaderente e reguei com azeite de oliva, depois distribuí a carne nas cavidades e polvilhei um tanto de queijo ralado sobre elas.
Assei em forno quente (180ºC), por um tempo não calculado... mas é só cuidar o aspecto dela, que deve ser cozido para a berinjela e sequinho para a carne.
Frigi em óleo quente meia cebola média picadinha com um naco de pimentão verde (qualquer coisa tipo 20 gramas, só pra dar um toque) e 3 dentes de alho bem picadinhos. Depois de levemente dourada, juntei umas 400 gramas de carne moída e fui mexendo para não deixar aqueles grumos grandes. Temperei com pimenta síria, zaatar, cominho e sal.
Enquanto cozinhava, cortei duas berinjelas pequenas ao meio, no sentido longitudinal, retirei o miolo com uma colher e piquei.
Quando a carne já estava cozida, porém ainda bem molhadinha, juntei a polpa da berinjela picadinha e deixei refogar até ficar bem encorpada, mas mantendo a umidade.
Deitei as metades de berinjela numa forma antiaderente e reguei com azeite de oliva, depois distribuí a carne nas cavidades e polvilhei um tanto de queijo ralado sobre elas.
Assei em forno quente (180ºC), por um tempo não calculado... mas é só cuidar o aspecto dela, que deve ser cozido para a berinjela e sequinho para a carne.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Escondidinho de carne
Esta receita fiz hoje, então tá fresquinha na cabeça para descrever...amanhã só Deus saberá o que usei.
Usei para o purê:
2 batatas inglesas
2 mandioquinhas
Sal
Leite
Manteiga
Na carne:
4 colheres de chá de tempero vinagrete (cebola, alho, tomate seco, pimenta vermelha e tempero verde), é um tempero desidratado que comprei de uma cliente em Santa Maria - muito bom!
Uma bolinha de carne moída, acho que aproximadamente 400 gramas
Sal
Óleo
Aqueci o óleo e coloquei a carne, fui mexendo para não formar grumos grandes, acrescentei o tempero e continuei mexendo por um tempo, depois deixei cozinhar até o ponto desejado.
Cobri o fundo de um prato refratário.
Cozinhei as batatas e a mandioquinha picados, com um pouco de sal. Depois escorri a água, espremi as batatas e mandioquinha, juntei leite e manteiga. Por fiz processei para ficar bem cremoso.
Escondi a carne com esse purê.
Cobri com fatias de mussarela e polvilhei orégano.
Levei ao forno para derreter o queijo.
Usei para o purê:
2 batatas inglesas
2 mandioquinhas
Sal
Leite
Manteiga
Na carne:
4 colheres de chá de tempero vinagrete (cebola, alho, tomate seco, pimenta vermelha e tempero verde), é um tempero desidratado que comprei de uma cliente em Santa Maria - muito bom!
Uma bolinha de carne moída, acho que aproximadamente 400 gramas
Sal
Óleo
Aqueci o óleo e coloquei a carne, fui mexendo para não formar grumos grandes, acrescentei o tempero e continuei mexendo por um tempo, depois deixei cozinhar até o ponto desejado.
Cobri o fundo de um prato refratário.
Cozinhei as batatas e a mandioquinha picados, com um pouco de sal. Depois escorri a água, espremi as batatas e mandioquinha, juntei leite e manteiga. Por fiz processei para ficar bem cremoso.
Escondi a carne com esse purê.
Cobri com fatias de mussarela e polvilhei orégano.
Levei ao forno para derreter o queijo.
A carne no fundo.
Escondida pelo purê misto
Que foi coberto com mussarela e orégano
Depois de assado ficou assim
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Carreteiro de costela
Meu carreteiro não segue a tradição gaúcha, gosto de uma coisa mais temperada, então uso ingredientes que acabam dando uma nova cara ao prato mais gaúcho dos gaúchos.
Usei uma cebola média picada miúda, frigi em óleo quente com uma colher de chá cheia de pasta de alho (feita por mim, a receita está postada aqui no blog), quando ela estava transparente, juntei meio pimentão verde bem picadinho, deixei refogar e então misturei o tomate com casca e polpa, picado e uma batata inglesa média, também picada. Deixei cozinhar para formar um molho quase sem caldo. Acertei sal e pimenta. Piquei um cubos um pedaço de costela já assada, joguei na panela e mexi, deixando a carne encorporar o molho. Depois de alguns minutos acrescentei duas xícaras de arroz parboilizado, misturei bem e fui aos poucos juntando água quente. Ao final deixei ele bem molhadinho.
Servi com ovo cozido picado, salsa e parmesão ralado.
Usei uma cebola média picada miúda, frigi em óleo quente com uma colher de chá cheia de pasta de alho (feita por mim, a receita está postada aqui no blog), quando ela estava transparente, juntei meio pimentão verde bem picadinho, deixei refogar e então misturei o tomate com casca e polpa, picado e uma batata inglesa média, também picada. Deixei cozinhar para formar um molho quase sem caldo. Acertei sal e pimenta. Piquei um cubos um pedaço de costela já assada, joguei na panela e mexi, deixando a carne encorporar o molho. Depois de alguns minutos acrescentei duas xícaras de arroz parboilizado, misturei bem e fui aos poucos juntando água quente. Ao final deixei ele bem molhadinho.
Servi com ovo cozido picado, salsa e parmesão ralado.
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Nhoque com molho de carne
Mercado Público de Porto Alegre - te adoro!
Passear pelas bancas, escolhendo legumes e especiarias, olhando e cheirando tudo, amo muito tudo isso.
Semana passada estava na minha banca preferida, Banca 38, e comprei um pacote de quilo de nhoque de pura batata. Junto já aproveitei para levar um bom pedaço de carne de segunda para fazer um belo molho.
E o dia escolhido foi hoje.
Cortei grosseiramente em cubos médios a carne, aqueci a panela de pressão com um pouco de óleo e coloquei a carne para fritar e selar, fui mexendo, virando e deixando ela dourar. Coloquei um pouco de alho e deixei fritar mais um pouco.
Depois juntei uma cebola picada, deixei cozinhar um pouquinho e por fim uma lata de tomate italiano pelado, um tanto de pimenta, acertei o sal, tampei e depois que começou a ferver deixei cozinhando por 35 minutos.
O nhoque, que eu tinha congelado, tirei do freezer para dar uma descongelada. Fervi água em um panelão com um pouquinho de sal, coloquei o nhoque e quando ele subiu retirei e coloquei em um refratário, polvilhei com queijo grana ralado e azeite de oliva. Por cima coloquei o molho de carne.
Bem simplinho de fazer e facinho de comer.
Ai que delícia!
Passear pelas bancas, escolhendo legumes e especiarias, olhando e cheirando tudo, amo muito tudo isso.
Semana passada estava na minha banca preferida, Banca 38, e comprei um pacote de quilo de nhoque de pura batata. Junto já aproveitei para levar um bom pedaço de carne de segunda para fazer um belo molho.
E o dia escolhido foi hoje.
Cortei grosseiramente em cubos médios a carne, aqueci a panela de pressão com um pouco de óleo e coloquei a carne para fritar e selar, fui mexendo, virando e deixando ela dourar. Coloquei um pouco de alho e deixei fritar mais um pouco.
Depois juntei uma cebola picada, deixei cozinhar um pouquinho e por fim uma lata de tomate italiano pelado, um tanto de pimenta, acertei o sal, tampei e depois que começou a ferver deixei cozinhando por 35 minutos.
O nhoque, que eu tinha congelado, tirei do freezer para dar uma descongelada. Fervi água em um panelão com um pouquinho de sal, coloquei o nhoque e quando ele subiu retirei e coloquei em um refratário, polvilhei com queijo grana ralado e azeite de oliva. Por cima coloquei o molho de carne.
Bem simplinho de fazer e facinho de comer.
Ai que delícia!
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Carne de panela
Achei essa foto, que ficou esquecida.
O problema é que não lembro do passo a passo, pois fiz há mais de um mês.
Ficou muito boa, disso eu lembro.
Se vir a receita à cabeça eu publico, por enquanto deliciem-se com a imagem.
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Vazio em cama de legumes
Comidinha feita por meu marido Zilnei Zandonai e compartilhada com as queridas amigas, Ana Carla e Ana Carolina (as da porvelha) e tia Verinha. Não sobrou nada pra contar história.
Coisa muito simples de se fazer. Ele picou os legumes em fatias não muito finas: tomate, cebola, batata rosa, pimentão verde e amarelo, cenoura, em quantidade suficiente para cobrir uma assadeira grande. Não usou nenhum tempero.
Depois, pegou uma manta de vazio, salgou com sal grosso e colocou sobre os legumes. Cobriu com papel alumínio e levou ao forno quente por 30 minutos. Depois deste tempo, tirou o papel e deixou por mais 40 minutos assando.
Os legumes pegam o sal da carne. Depois de pronto, é só fatiar a carne.
sábado, 14 de janeiro de 2012
Três em um para bruschettas: Creme indiano de moranga, Carne árabe, Iscas de berinjela
Ontem fui para a cozinha para colocar as comidas em dia.
Tinha uma berinjela que estava me pedindo para ser
preparada, então usei uma receita nova que minha amiga Alyne Rehm me passou e
fica ótima com bruschettas.
Foi feita no olhômetro: refoguei uma cebola picadinha no
óleo de canola, daí juntei uma berijela média, cortada em tirinhas, com casca e
sementinhas e tudo, como se fossem iscas de filé, e dei mais uma refogada. Daí
juntei vinho tinto seco e deixei evaporar. Um tanto de molho inglês, um
tantinho de mascavo pra quebrar a acidez do molho inglês, pimenta preta moída e
um bocadinho de água pra cozinhar um pouquinho. Acertei o sal e a pimenta e era
isso. Esperei a água reduzir, quase secar.
A terceira receita foi uma carne que chamei de árabe, pois é
bem temperada e apimentada. Tirei uma bolinha de moída do freezer, devia ter no
máximo 400 gramas ,
descongelei. Fritei em óleo uma cebola média minimamente picada, junto com
pasta de alho, aí coloquei a carne e suco de 1 limão, fui mexendo para
desmanchar os grumos que formam. Temperei com cominho, zaatar, pimenta síria e
pimenta vermelha, mais ou menos ½ colher de sobremesa de cada, exceto a pimenta
vermelha que foi um pouco menos. Deixei secar bem, cuidando para não deixar
bolas de carne, tudo bem miudinho.
Por fim, tinha metade de uma cabotiá e queria fazer um creme
com ela, mas diferente. Então adaptei uma receita indiana e ficou maravilhosa.
A moranga tinha 650
gramas com casca. Piquei grosseiramente e levei para
ferver até ficar bem mole. Deixei esfriar e raspei com uma colher, cuidando
para não ir pedaços da casca junto, para não alterar a cor final. Piquei grosseiramente
½ cebola e 1 colher de sobremesa de alho, levei para dourar junto com um
raminho de tomilho, esfregando bem ele no fundo da panela para soltar o óleo. Depois
de pronto desprezei o tomilho. Usando meu processador braço direito, processei
a moranga com a cebola e o alho, levei numa panela de volta ao fogo, temperei
com 1 colher de chá de gengibre em pó (pode ser 1 colher de chá de gengibre
ralado), pimenta do reino, sal e 1 colher de chá de curry. Por fim, 2/3 de uma
lata de creme de leite Nestlé sem soro, importante isso, senão o creme fica
mole.
À noite, para jantar, fiz falsas bruschettas com pão sírio,
cortei em triângulos pequenos, levei ao forno para tostar, lambusei com um
pouco de alho e montei da seguinte forma:
- alguns
com creme de moranga e folhinhas de alecrim,
- outros
com berinjela + queijo + berinjela,
- e por último
a carne coberta com queijo.
Levei ao forno para derreter o queijo e comi! Ou melhor,
comemos.
As batatinhas fiz só para decorar.
O doce de uva ficou para outro dia.
Como sobrou o creme indiano (graças a Deus), penso em servir com um frango (ainda não definido) e arroz com açafrão.
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Canelone de churras
Outra versão para aquela carne de churrasco que sobrou.
processei a carne, bem miudinha. fritei uma cebola com alho e juntei a carne, dei uma cozida.
abri a massa do canelone, coloquei uma fatia de queijo e sobre ela uma porção da carne. Fechei o canelone, arrumei em um prato refratário e por cima coloquei molho branco. Levei para assar e pronto, mais fácil que carreteiro.
processei a carne, bem miudinha. fritei uma cebola com alho e juntei a carne, dei uma cozida.
abri a massa do canelone, coloquei uma fatia de queijo e sobre ela uma porção da carne. Fechei o canelone, arrumei em um prato refratário e por cima coloquei molho branco. Levei para assar e pronto, mais fácil que carreteiro.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
Lasanha de berinjela
Para esta lasanha usei:
2 berinjelas médias
1 cebola média bem picadinha
Pasta de alho (tem receita no blog)
Aproximadamente 400 gramas de carne
moída
Sal, cominho, pimneta do reino, zaatar, pimenta
síria
1 lata de tomates italianos pelados
(grosseiramente picados)
Mais ou menos 200 gramas de mussarela
em fatias
Queijo parmesão ralado
Óleo ou azeite
Dourei a cebola com o alho, juntei a carne e os condimentos,
deixei cozinhar até secar todo o líquido. Acrescentei o tomate e deixei em fogo
baixo para cozinhar.
Enquanto isso, descasquei as berinjelas e fatiei-as ao
comprido, fatias finas. Aqueci óleo em uma frigideira grande canelada e fui
ajeitando as fatias para dourar levemente, em ambos os lados.
Para montar, usei um prato refratário untado com azeite,
coloquei uma camada de berinjela, uma de carne e uma de mussarela. Fiz isso com
o restante, deu ao todo três camadas. Terminei com mussarela e salpiquei o
parmesão. Levei para assar.
A foto foi tirada com o prato ainda dentro do forno, deve
estar uma delícia, ainda não provei.
Enquanto esperada baixar as fotos provei a dita cuja.... muito, muito, muito deliciosa!
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Risoto gaúcho
Sábado meu marido e um amigo nosso fizeram um churrasco dos Deuses, a costela estava divina. Resolvi fazer então, um risoto com o que sobrou, chamei de risoto gaúcho, por que ninguém melhor do que gaúcho para entender de costela.
Piquei a costela em pedaços pequenos, deixando um pouco da gordura, mas tirando o excesso. Aqueci uma panela de cerâmica e coloquei a carne, para derreter um pouco da gordura, assim não precisei usar óleo. Juntei uma cebola pequena picadinha, deixei dourar bem e depois uma xícara de arbóreo. Fiz uma receita bem, bem simples. Depois que o arroz curtiu um pouco, despejei meia xícara de vinho branco e deixei reduzir. Depois disso fui colocando água aos poucos, mexendo sempre e deixando reduzir. Numa dessas acertei o sal. Depois que o arroz cozinhou, coloquei duas colheres de sopa de parmesão ralado e só. Na hora de servir salpiquei salsinha. Ficou muito bom, fica a dica para quem quiser variar o famoso carreteiro pós churrasco.
Piquei a costela em pedaços pequenos, deixando um pouco da gordura, mas tirando o excesso. Aqueci uma panela de cerâmica e coloquei a carne, para derreter um pouco da gordura, assim não precisei usar óleo. Juntei uma cebola pequena picadinha, deixei dourar bem e depois uma xícara de arbóreo. Fiz uma receita bem, bem simples. Depois que o arroz curtiu um pouco, despejei meia xícara de vinho branco e deixei reduzir. Depois disso fui colocando água aos poucos, mexendo sempre e deixando reduzir. Numa dessas acertei o sal. Depois que o arroz cozinhou, coloquei duas colheres de sopa de parmesão ralado e só. Na hora de servir salpiquei salsinha. Ficou muito bom, fica a dica para quem quiser variar o famoso carreteiro pós churrasco.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Cuscuz de costelão
Primeiro mostrarei a foto do costelão...
Normalmente gaúcho faz carreteiro com a sobra do churrasco, eu fiz um cuscuz.
Minha amiga Penélope Barp costuma reclamar que não chamo ela para compartilhar minhas comidinhas, mas é que não é nada planejado... sai tudo na hora. Veja bem, essa receita era para ser um spaghetti com molho de carne, mas ao abrir o armário para pegar a massa vi a caixa de cuscuz e pensei... será que fica bom? Pois não é que ficou?
Fritei uma cebola média, cortada em cubinhos, depois juntei a carne (costelão) desfiada, parecia até carne seca, dava para fazer um ótimo escondidinho. Temperei com pimenta e alho (sal não). Por fim acrescentei um pouco daquele molho de tomate italiano, não muito, o bastante para deixar uma mistura molhadinha, mas não para empapar o cuscuz.
Preparei então o cuscuz, uso aquele italiano que vem numa caixinha amarela. Para uma xícara de cuscuz, fervi duas de água com uma colher de sopa de óleo e uma colherinha de sal. Retirei a panela do fogo e joguei o cuscuz nesta água, deixei descansar por uns 3 minutos, ele absorve toda a água. Então coloquei uma colher de manteiga e levei ao fogo, misturando até a manteiga derreter.
Feito isso juntei a mistura de carne, misturei bem. Coloquei salsinha picada e misturei mais.
Untei uma forma com azeite de oliva, ajeitei uns ovos cozidos no fundo e cobri com o cuscuz, apertando bem, depois desenformei e larguei umas rodelas de tomatinho pera por cima.
Confesso que não me puxei na decoração, tava com pressa, mas ainda farei um cuscuz como manda a tradição, cheio daquelas coisas coloridas.
Quase não tirei foto, pois não tava apostando na aparência da minha criação, mas o importante é que ficou bom, muito bom.
Normalmente gaúcho faz carreteiro com a sobra do churrasco, eu fiz um cuscuz.
Minha amiga Penélope Barp costuma reclamar que não chamo ela para compartilhar minhas comidinhas, mas é que não é nada planejado... sai tudo na hora. Veja bem, essa receita era para ser um spaghetti com molho de carne, mas ao abrir o armário para pegar a massa vi a caixa de cuscuz e pensei... será que fica bom? Pois não é que ficou?
Fritei uma cebola média, cortada em cubinhos, depois juntei a carne (costelão) desfiada, parecia até carne seca, dava para fazer um ótimo escondidinho. Temperei com pimenta e alho (sal não). Por fim acrescentei um pouco daquele molho de tomate italiano, não muito, o bastante para deixar uma mistura molhadinha, mas não para empapar o cuscuz.
Preparei então o cuscuz, uso aquele italiano que vem numa caixinha amarela. Para uma xícara de cuscuz, fervi duas de água com uma colher de sopa de óleo e uma colherinha de sal. Retirei a panela do fogo e joguei o cuscuz nesta água, deixei descansar por uns 3 minutos, ele absorve toda a água. Então coloquei uma colher de manteiga e levei ao fogo, misturando até a manteiga derreter.
Feito isso juntei a mistura de carne, misturei bem. Coloquei salsinha picada e misturei mais.
Untei uma forma com azeite de oliva, ajeitei uns ovos cozidos no fundo e cobri com o cuscuz, apertando bem, depois desenformei e larguei umas rodelas de tomatinho pera por cima.
Confesso que não me puxei na decoração, tava com pressa, mas ainda farei um cuscuz como manda a tradição, cheio daquelas coisas coloridas.
Quase não tirei foto, pois não tava apostando na aparência da minha criação, mas o importante é que ficou bom, muito bom.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Escondidinho da Kaka
Adoro escondidinho. Nesta versão usei carne de gado moída
cozida com um cadinho de molho de tomate, pois queria um prato molhadinho.
Piquei uma cebola média e fritei com pasta de alho, depois
joguei uma bolota de carne moída, de aproximadamente 400 gramas , deixei
cozinhar. Temperei apenas com sal. Quando estava praticamente no ponto, juntei
3 colheres de sopa de molho de tomate, desses italianos que vêm em garrafas de
vidro, cozinhei mais um pouco, mas sem deixar secar.
Enquanto preparava a carne, cozinhei umas 400 gramas de aipim, por
20 minutos em panela de pressão.
Cobri o fundo de um refratário com a carne e cobri com
fatias de queijo minas padrão.
Preparei o purê de aipim: esmaguei primeiro com um garfo e
depois com o processador, usando um pouco da água do cozimento para dar o
ponto. Misturei 1 colher e meia de sobremesa de manteiga, 2 colheres de
sobremesa de nata e acertei o sal. Despejei sobre a carne. Por cima distribuí
mais algumas fatias de queijo minas padrão e levei ao micro-ondas para terminar
de derreter o queijo.
Salpiquei salsinha antes de servir, acompanhado de pimenta
de biquinho.
O queijo minas padrão pode ser substituído por mussarela ou
prato.
Ficou muito, muito bom!
Vaca atolada
Na receita original a carne usada é costela, mas achei que
toda aquela gordura não seria uma boa para o coração infartado do meu marido,
então peguei a paleta, que estava mais magrinha.
Usei:
Sal
Vinho ou cachaça
Pimenta vermelha
Deixei curtindo neste tempero por umas poucas horas. Depois fritei
(já na panela de pressão) em pouco óleo até ficar dourada.
Juntei cebola picada (uma grande) e molho de tomate (1/3 de
vidro daqueles italianos), refoguei e acrescentei água quente e folhas de
louro. Fechei a panela de pressão e deixei ferver por 30 minutos.
Depois deste tempo, coloquei na panela pedaços de aipim cru
(um pouco menos de 500
gramas ), mais água e deixei ferver por mais 20 minutos.
Depois de pronto salpiquei salsa e cebolinha por cima.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Strogonoff
Minha querida amiga Rose veio trabalhar comigo hoje e para animá-la, preparei uma comidinha deliciosa. Tínhamos que ser rápidas e nessa hora um strogonoff é uma boa pedida.
Dourei uma cebola média picada, junto com alho, depois acrescentei íscas de carne para dourar. Usei uma colher de sobremesa de mostarda e outra de ketchup, mais uma de molho inglês, cominho, zaatar, pimenta síria e do reino, um pouquinho de sal, mexi bem e deixei curtir em fogo baixo. Depois acrescentei uma caixinha pequena de molho de tomate peneirado e deixei cozinhar para incorporar bem o sabor. Ao final juntei uma caixinha de creme de soja e misturei bem. Servi com arroz e batatinha palha.
A Rose adorou!!! [E eu também ;)]
Dourei uma cebola média picada, junto com alho, depois acrescentei íscas de carne para dourar. Usei uma colher de sobremesa de mostarda e outra de ketchup, mais uma de molho inglês, cominho, zaatar, pimenta síria e do reino, um pouquinho de sal, mexi bem e deixei curtir em fogo baixo. Depois acrescentei uma caixinha pequena de molho de tomate peneirado e deixei cozinhar para incorporar bem o sabor. Ao final juntei uma caixinha de creme de soja e misturei bem. Servi com arroz e batatinha palha.
A Rose adorou!!! [E eu também ;)]
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Spaghetti à bolognesa
Cá estou na casa da minha amada Penélope, amiga de muuuitas risadas, que gostou tanto deste pratinho básico que resolvemos postar agora mesmo, à quatro mãos.
Piquei dois dentes de alho e uma cebola grande, levei ao fogo numa panela com óleo e dourei, dourei, dourei, deixando a cebola bem cozida e macia. Ao mesmo tempo fiz uma redução de aceto balsâmico, cobri o fundo de uma frigideira pequena e deixer ferver em fogo baixo até o aceto tomar uma forma mais consistente, reservei. Juntei umas 400 gramas de carne moída na cebola e deixei cozinhar, mexendo para desmanchar os grumos. Acrescentei sal, pimenta do reino e o aceto. Depois coloquei uma caixinha pequena de molho temperado (sim, ficaria melhor com uma lata de tomates italianos pelados) e manjericão, deixei cozinhar em fogo baixo.
Cozinhei meio pacote de spaghetti grano duro com sal, depois de escorrer coloquei um fio de azeite extra virgem (na verdade foram vários fios) e aí juntei o molho. Por cima um parmesão ralado e voilá, fomos ao sacrifício.
Não percam o detalhe do jogo americano de crochê da Pepe.
Piquei dois dentes de alho e uma cebola grande, levei ao fogo numa panela com óleo e dourei, dourei, dourei, deixando a cebola bem cozida e macia. Ao mesmo tempo fiz uma redução de aceto balsâmico, cobri o fundo de uma frigideira pequena e deixer ferver em fogo baixo até o aceto tomar uma forma mais consistente, reservei. Juntei umas 400 gramas de carne moída na cebola e deixei cozinhar, mexendo para desmanchar os grumos. Acrescentei sal, pimenta do reino e o aceto. Depois coloquei uma caixinha pequena de molho temperado (sim, ficaria melhor com uma lata de tomates italianos pelados) e manjericão, deixei cozinhar em fogo baixo.
Cozinhei meio pacote de spaghetti grano duro com sal, depois de escorrer coloquei um fio de azeite extra virgem (na verdade foram vários fios) e aí juntei o molho. Por cima um parmesão ralado e voilá, fomos ao sacrifício.
Não percam o detalhe do jogo americano de crochê da Pepe.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Porvelha assada (pernil de ovelha)
Só aqui no Comidinhas da Kaka você encontra esse prato inédito!
A história é engraçada: outro dia ganhei da minha vizinha um pernil, ela não tinha certeza, mas achava que era de porco, o pai mandou já congelado para ela.
Bom, eu toda animada convidei umas amigas para comer pernil de porco!
Um dia antes preparei todo o tempero, vinho, limão, louro, sementes de mostarda, pimenta vermelha, sal, alho, enfim, tudo o que achei que ficaria bem com o porco.
Quando descongelei o pernil achei a cor muito vermelha, mas não quis contrariar meu presente e continuei afirmando que era porco, até porque o tempero já estava pronto.
Pois bem, assei o tal pernil e quando fui servir não deu para negar... era ovelha!
Ficou uma delícia!
Para acompanhamento um maravilhoso arroz armênio e uma saladinha.
Para beber, um Ventisqueiro Cabernet Sauvignon.
E de sobremesa, musse de maracujá, feita especialmente para mim, pela tia Verinha.
Aí está a foto da minha Porvelha e das amigas (e do maridão, que ficou encarregado de fatiar a carne):
terça-feira, 29 de março de 2011
Steak Tartare
Já assisti o Olivier preparar este prato em alguns programa, mas nunca tinha me interessado em fazê-lo, até hoje, quando cheguei em casa. Aproveitei que meu "bem" não estava, pois ele não aprecia carne crua, já para mim é quase como comer kibe cru, meu prato predileto, que cresci comendo.
Bom, vamos ao preparo.
Piquei250 gramas de carne magra bem limpa, não pode ter gordura e nervos (filé ou patinho), juntei ¼ de cebola bem picadinha, manjericão finamente picado e uma gema de ovo, misturei bem formando uma pasta. Depois adicionei ½ colher de sopa de molho inglês, ¼ de colher de sopa de ketchup, ¼ de colher de sopa de mostarda de Dijon, pimenta do reino, sal e salsinha picada.
Bom, vamos ao preparo.
Piquei
Montei os bifes, salpiquei salsa e reguei com azeite extra virgem.
Faltaram as alcaparras, ¼ de colher de sopa, bem picadas. Não costumo ter em casa, pois não sou fã dessas bolotinhas verdes.
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